

Na sexta de manhã, fui numa reunião no aeroporto de Jacarepaguá - trabalhadinha básica - almocei com a Tiazinha e com o Tio Marcos e corri pra Santa Clara! A Santa Clara 33 é um centro comercial que fica na Rua de mesmo nome e que eu amo. Na época que morava lá, sempre ia. Passeava, passeava e sempre comprava alguma coisinha. Daí toda vez que vou ao Rio TENHO que ir lá. Pena que dessa vez eu só comprei uma calça.
A noite, fui comer um crepe com o Zezé. A Tiazinha e o Tio Marcos saíram do cinema e foram encontrar a gente, só que ela não gosta de crepe e eu não sabia. De lá, fomos então no Bar Eclipse
Zezé e eu.
Artur
Ai, q vontade de apertar!
Ele tá rindo pra mim, :)!
Eu, Artur e Zezé.
Eu e Elisângela. Essa é uma amiga pra sempre, viu? Tenho muita saudade de vc!
"Mais foto, mãe? Quero brincar!"
"Agora sim, posso brincar em paz."
Olha q lindo o desenho o desenho na parede do quarto dele!
Zezé, Eu e Miriam.
No sábado almoçamos no Un'Altra Volta (gnocchi aos quatro queijos q eu aaaaamo) e a noite fomos no casamento da Paulinha - prima do Zezé. O casamento foi ótimo. Tudo bem q eu demorei pra encontrar a boite e, quando encontrei, dancei só uma quatro músicas e o povo já inventou de ir embora! Essa parte eu não gostei. Queria ficar mais, humpf!
Aí domingo a noite, mó marasmo, terminamos de ver Hilda Furacão. Fazia um tempão q a gente via, cada vez um pouquinho. Eu gostei. É uma história interessante. E é bem legal ver os atores cariocas e paulistanos se esforçando pra falar igual mineiros. Claro q a Ana Paula Arósio, em seu papel de estréia na Globo, está ótima, mas Paloma Duarte como a camélia Leonor é a melhor de todas, mais natural e engraçada e com o melhor sotaque. Tirando um ou outro "uai" perdido no lugar errado. A mãe dela, Débora Duarte (como tia do Roberto Drummond, narrador da história) também é um dos melhores sotaques.



Aaaaahhhh, gostoso igual pimentão! Ok. 
É tão fofo quanto os outros. E eu continuo apaixonada pelo mocinho-q-se-acha-vilãozinho Edward Cullen. É verdade q achei um pouco incoerente colocar em cheque um amor q foi tão bem sedimentado nos dois volumes anteriores, mas, ai, nem adianta ficar tentando explicar pq é imprescindível ler os outros dois pra entender esse. E confesso q tô com preguiça também. Enfim, gostei muito desse mas, dos três, prefiro o segundo.

Lembrou?
Já era fofo!Sexta-feira, na esquina da minha casa. Fui almoçar tarde e estava voltando umas três horas. Tava distraía no celular, falando com o meu pai, quando chegou um cara falando pra eu dar o celular e vinte reais senão ele me estourava. No começo eu nem entendi o q ele tava dizendo e fiquei parada, mas ele arrancou o celular da minha mão e gritou pra eu pegar o dinheiro. Eu dei os R$20,00 q ele queria e até aí era um assalto normal. Depois disso, eu vi q ele não tinha arma nenhuma debaixo da blusa e pedi pra ele me devolver o celular. Disse q precisava dos contatos profissionais q eu dava mais dinheiro pra ele me devolver o celular. Fui atrás dele e insisti. Ele dizendo pra eu não seguir ele, pra sair de perto, mas disse q me dava o chip. Ok. Nessa altura, eu queria era tomar o celular dele, mas não consegui. Ele começou a tentar abrir o celular, mas não conseguia. Eu fui ficando puta pq ele ia era quebrar o celular e não ia adiantar de nada. Até q ele abriu, me deu o chip e foi embora. E eu fui pro outro lado, morrendo de raiva. É uma sensação de impotência muito grande. Eu sabia q ele não tinha nenhum revólver, mas, meu, olha o meu tamanho: pra ele me dar um safanão, era um pulo. E é tão pouco tempo q não dá pra pensar em muita coisa.
Tipo q eu não aprendo mesmo, né? Como eu tava falando com o meu pai, fiquei com medo de ele ficar preocupado, quase coloquei o chip recuperado no celular antigo pra ligar pra ele de novo, mas, no final, achei imprudência demais. Acabou q ele nem percebeu nada, achou q a linha tinha caído.
Cara, o celular era novinho, tinha uns três meses q tava com ele! Mas, enfim, prometo q vou andar mais cuidadosa pela rua e tentar não ficar falando no celular.